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Seca e assoreamento no Rio Amazonas e seus impactos na navegação

A região amazônica tem como característica natural do ciclo hidrológico períodos de chuva e seca. A seca costuma acontecer entre os meses de setembro e dezembro. Durante esse período, as águas recuam, expondo vastas áreas de terra.

Além desse processo, os rios que compõem a bacia amazônica também transportam enormes quantidades de sedimentos que vão sendo depositados no Rio Amazonas, criando bolsões de sedimentação.

Seca

O ciclo de chuvas na região, desempenha um papel vital na regulação do ecossistema amazônico. O aumento das temperaturas globais tem influenciado esse ciclo, levando a variações nas precipitações e períodos de seca mais intensos, no ano de 2023 tivemos a pior seca dos últimos 10 anos.

Essas mudanças têm implicações diretas na navegabilidade da bacia amazônica.

Assoreamento

Assoreamento é o processo pelo qual os rios acumulam sedimentos e materiais sólidos no seu fundo, desta forma o deixando mais raso, este é um fenômeno que impacta tanto o meio ambiente quanto a infraestrutura de transporte aquaviário. Em 2023, a crescente erosão contribuiu para o aumento do assoriamento do Rio Madeira, o que dificultou navegação.

Com a união desses dois fenômenos, a seca e o assoreamento, a situação na região se agravou.

 

 

 

Fonte de informações

A Aliança, acompanha de perto e regularmente as informações sobre cheias e vazantes dos rios na região do Amazonas, com base nas informações registradas pelas réguas da Agência Nacional de Águas (ANA), na constante análise da evolução da vazante na região e por sondagens realizadas por nossos navios. Além disso, acompanhamos todas as portarias da Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental.

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